Zika Vírus: Transmissão, Sintomas, Tratamento e Prevenção!






Conheça tudo sobre o Zika Vírus. Veja a transmissão, sintomas, tratamento e prevenção!

É é um agente infeccioso transmissor da febre da. Pertence ao gênero Flavivirus. Contagia o ser humano através do mosquito Aedes Aegypti, que é seu principal vetor.

Este mosquito é também transmissor da Dengue, Febre Amarela e Chikungunya. É uma questão muito discutida atualmente. Muitos documentos em pdf são encontrados na internet sobre o assunto.

Como surgiu

Foi descoberto em uma floresta da Uganda na África em 1947. Foi identificado em macacos da região. A floresta onde foi detectado pela primeira vez tem o nome de Zika, daí veio o nome dado ao vírus. Somente a partir de 1954 é que foram encontrados indícios de contaminação em humanos.




No Brasil os primeiros casos surgiram após a copa do mundo de 2014. Disseminou-se pelo país e tornou-se uma epidemia incontida. Entre os 139 mil casos suspeitos, notificados no país, até junho de 2016, 49 mil foram confirmados. Além disso, milhares de bebês, nasceram com Microcefalia.

Doenças originadas

É causador da febre que leva o seu nome.

Sua ocorrência não causa consequências graves na pessoa afetada.

O problema é quando ocorrem complicações ou afeta mulheres grávidas.

Quando atinge uma gestante nos primeiros meses de gravidez, o vírus pode chegar até o feto e causar uma doença neurológica denominada Microcefalia.

A febre está também relacionada a outra patologia denominada Síndrome de Guillan-Barré doença auto imune que faz com que o sistema de defesa ataque o sistema nervoso. Causando infecção nervosa, que conduz a fraqueza e paralisia muscular.

Como podemos perceber, o maior problema desta enfermidade são as complicações que surgem.

Formas de contágio

O Ministério da Saúde ainda não encerrou todas as investigações sobre esta enfermidade. A cada dia novos dados vão surgindo e novas pesquisa vão sendo realizadas.

Muitas questões como: a sua transmissão, a ação deste agente no corpo e seu impacto sobre a saúde, ainda precisam ser melhor esclarecidos.

Um dos fatores relevantes que está no ápice das pesquisas são as formas de seu contágio.

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Há muitas hipótese sobre diferentes maneiras de contaminação. Sabe-se que a transmissão direta dá-se por meio da picada do mosquito. Porém, existem hipóteses que levantam a questão do contágio por meio do sangue, saliva e sêmen.
Pesquisas e estudos avançam no sentido de descobrir até que ponto o agente é contagioso.

A preocupação atual é descobrir como a pessoa pega o vírus.

Saiba mais sobre a Transmissão

A forma de contágio direto – oficialmente comprovada por autoridades científicas – é por meio da picada do Aedes aegypti. Este mosquito, quando infectado, transmite a enfermidade para o homem. A doença entra no corpo humano através da saliva que é injetada na hora da picada.

Saliva

Estão sendo ainda estudados hipóteses que sugerem a contaminação através da saliva uma vez que foi detectado, em sua forma ativa, em amostras de saliva de pessoas infectadas. Porém não ficou constatado que ele pode ser passado para outros, através deste meio. Não foram relatados casos em que aconteceram esta forma de contágio.




Transfusão de sangue

Esta enfermidade também já foi encontrada em amostras de sangue de pessoas doadoras. Apenas um caso ocorreu no Brasil, em Campinas- São Paulo, e está sendo estudado. A doação ocorreu antes que o doador apresentasse sintomas da febre.

O sangue doado foi passado para um paciente, que apresentou esta enfermidade em sua circulação sanguínea. Apesar da presença do agente em seu sangue, ele não manifestou sinais da doença. No entanto, não ficou comprovada esta forma de contaminação.

Ato sexual

Existem suspeitas deste tipo de contaminação. O CDC- Centro de controle de Doenças dos EUA investigam prováveis casos de transmissão através do sexo. Esta forma de transmissão foi detectada em dois casos, ambos fora do Brasil. Em um dos casos foi detectado a enfermidade ativa no sêmen. No entanto, não há comprovação científica de que a transmissão pode ser desta forma.

Leite materno

O aleitamento também está em discussão. O RNA (material genético) desta enfermidade foi encontrado no leite materno de duas mães que tinham a doença. Apesar disto, não foi constatado nenhum caso de contaminação desta forma. Nem mesmo nos bebês destas mulheres. Por isto, o recomendado, pela OMS – Organização Mundial de Saúde-, é que as mães não deixem de amamentar seus filhos.

Microcefalia

Outra forma de transmissão é da gestante para seu bebê. Neste caso, as consequências são bastante sérias. O bebê infectado pode desenvolver a Microcefalia.

O Ministério da Saúde já confirmou a relação existente entre esta patologia e a enfermidade. Trata-se de um problema neurológico que faz com que a criança nasça com o crânio reduzido e desproporcional ao rosto.

A microcefalia está também relacionada a provável atraso mental, na maior parte dos casos.

Outra consequência é a possível ocorrência de sérios problemas de visão.

Sintomas

Veja quais são os sinais da doença:

– Dores no corpo (principalmente dor muscular e nas articulações);

– Dor de cabeça;

– Febre;

– Coceira e erupções na pele;

– Conjuntivite mais branda (olhos vermelhos e inchados, mas sem secreção);

– Dores abdominais;

– Diarreia (em alguns casos);

Como tratar

Não existe um tratamento específico para esta enfermidade. O que se faz é tentar aliviar os sintomas. Geralmente são receitados analgésicos, antialérgicos, anti-inflamatórios e colírios.

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Vacina

A busca por uma vacina é um desafio. No Brasil o Instituto Butantan, de São Paulo, vários Projetos estão sendo realizados. Atualmente o Instituto fechou uma parceria com a OMS e com os EUA. O objetivo é criar uma vacina.

Estão em desenvolvimento a versões inativada e atenuado. A vacina em que esta enfermidade está desativada, é capaz de despertar uma resposta imunológica no organismo, mesmo estando o agente morto. Na vacina atenuada a enfermidade está fraca e não promove a doença, mas provoca a resposta do sistema imunológico, fazendo com que este crie elementos de defesa no corpo.

Prevenção

Este é o melhor tratamento para esta doença. Já chegou-se à conclusão que o melhor remédio, neste caso é prevenir. Para isto, várias campanhas de conscientização têm sido desenvolvidas pelos Governos.

Só através de providências sanitárias e combate ao agente transmissor pode deter o problema. Eliminar focos de reprodução do mosquito é o melhor jeito Veja algumas atitudes positivas neste sentido:

– Acabe com a água parada;

– Elimine os vasinhos de plantas que acumulam água;

– Retire pneus velhos do quintal;

– Cubra caixas de água;

– Guarde garrafas com a boca para baixo;

– Faça limpeza das calhas regularmente;

– Evite acumular o lixo;

– Faça uso de repelentes;

– Evite roupas escuras onde há presença do vetor;

– Mantenha seu corpo limpo e livre-se do cheiro forte de suor, que é a maior atração para o mosquito.

No Brasil, esta enfermidade foi detectada em índice muito menor no inverno onde os casos registrados caíram drasticamente. Mas, isto se deve às baixas temperaturas reinantes em determinadas regiões do país.

Não quer dizer que podemos nos acomodar.

Quando o verão chega e o clima fica propício, o mosquito retorna.

Se não cuidarmos desde agora, estaremos novamente à mercê deste mal.

Você concorda que todos precisamos agir para o fim desta enfermidade em nosso país?

Dê sua opinião.

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