Meningite: Como Pega a Transmissão, Prevenção e Sequelas!






Veja como pega a transmissão, prevenção e sequelas da Meningite meningocócica. É contagiosa?

É uma doença grave e que apesar de ainda haver surtos da doença, muitas pessoas desconhecem, o que complica a prevenção da mesma, mesmo havendo vacina para alguns tipos.

São vários os tipos esta doença, no entanto, todas são a inflamação da meninge, que se não tratada, pode levar à morte.

Por isso a importância de se procurar um médico o mais rápido o possível, se apresentar algum dos sintomas.




Tipos de Meningite

Pode ser viral, bacteriana, causada por fungos, ou por algum traumatismo na região.

Para facilitar, vamos especificar cada uma delas.

Bacteriana

Além de ser a mais grave, é a que mais atingem pessoas de todas as idades, podendo ser a Meningocócica (a mais perigosa de todas), tendo treze sorogrupos, sendo que as mais conhecidas são a A, B, C, Y e W135, no Brasil, é mais comum as dos sorogrupos A, B e C.

Ainda tem do tipo Pneumocócica, que provém da bactéria da pneumonia, o pneumococos e a Meningite causada pela bactéria Haemophilus influenzae.

A do tipo Bacteriana, é a versão da doença com mais gravidade e letal de todas, ficando em primeiro lugar a do tipo Meningocócica, que é a que mais contagia as pessoas quando infectadas pela bactéria e pode levar à fatalidade em até quarenta e oito horas.

Viral

Apesar de ser mais brando esse tipo, é o mais frequente de se contrair, já que vários vírus como Poliovírus, Coxsackie, Echo, enterovírus de 68 ao 71, HIV, arbovírus, HSV 1 e 2, vírus da coriomeningite linfocitária e o vírus da caxumba.

Fungos

Nesse caso, o que é mais raro, a contração da doença é através do fungo Cryptococcus, sendo que geralmente ocorre em pessoas com sistema imunológico debilitado como as que tem AIDS ou Leucemia. Mas isso não quer dizer que se você tem uma dessas doenças, automaticamente irá se contaminar, pois é raríssimo esse tipo de contágio da meningite.

Trauma

Esse tipo de caso, não é contagioso e é mais raro de acontecer, pois o indivíduo precisa sofrer um sério trauma, como em um acidente de trânsito, ou algo do tipo, onde leva a uma inflamação séria das meninges.

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Transmissão da Meningite

Como é contagiosa tanto bacteriana como a viral, todo cuidado é pouco, pois sua transmissão é através contato corporal direto com uma pessoa portadora da doença ou só do vírus, de mucos salivares ou nasais, que pode ocorrer durante um beijo, um espirro ou tosse, além de poder ser transmitida pelas fezes e por água e alimentos contaminados.

Infelizmente, uma pesquisa mostra que uma grande parte da população pode estar contaminada pelo vírus, mas não desenvolve a doença.

No entanto, mesmo não ficando doente, pode transmitir a terceiros.

Ainda pelos estudos, a região brasileira mais atingida com a doença é a Sudeste, tendo em segundo lugar o Nordeste, em terceiro o Sul, em quarto o Norte e em quinto o Centro-Oeste.

Sintomas da Meningite

Bacteriana

São mais comuns nesses casos:

– Sintomas de gripe comum no início da doença;

– Dor de cabeça constante;

– Febre alta que começa abruptamente;

– Náuseas;

– Vômitos constantes e fortes;

– Rigidez dos músculos da nuca, ombros e costas dores musculares;

– Falta de apetite;

– Agitação física e mental;

– Manchas vermelhas na pele, e em crianças até um ano, podem surgir rigidez corporal, convulsões, moleira tensa ou elevada, inquietação e choro agudo, irritabilidade, dificuldade para acordar como se estivesse em sono profundo, mãos e pés frios, diarreia e falta de apetite.




Viral

Apesar de ser mais leve, os sintomas são os mesmos, mas que muitas vezes é eliminado pelo próprio corpo, depois de umas duas semanas.

Fúngica e por Traumatismo

Também são os mesmos sintomas, tendo que ser tratado rapidamente como a bacteriana.

Sequelas da Meningite

Quanto mais cedo diagnosticado e tratado, mais fácil fica de se evitar sequelas da doença, principalmente quando se trata da Bacteriana, ainda mais se for a Meningocócica.

Isso ocorre, porque a inflamação das meninges, membranas que envolve a região do cérebro e dos nervos, quando não tratada, ou tratada tardiamente, as partes afetadas não se regeneram.

As sequelas podem ser:

– Problema na memória e na concentração;

– Epilepsia, perda auditiva parcial ou total;

– Perda total ou parcial da visão;

– Dificuldade na aprendizagem;

– Independente da faixa etária de idade;

– Dificuldades motoras;

– Paralisia parcial ou total do corpo;

– Amputação de membros, quando a doença se espalha pelo corpo;

– Problemas ósseos como artrite e demais;

– Problema de insônia;

– Incontinência urinária;

– Problemas renais.

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Prevenção e tratamento da Meningite

Logo nos primeiros meses de vida, a rede de saúde já disponibiliza a aplicação da vacina aos bebês, contra a meningocócica, que é a mais comum e que mais atinge a população brasileira.

Por isso a importância de levar o seu filho nos dias de vacinação para tomar, o deixando imune a doença, ou ao menos, caso pegue, o que é raro quando se é vacinado, é de uma forma mais branda.

Não temos conhecimento se na rede pública está disponibilizando para adultos, mas em algumas clínicas particulares, é possível encontrar para tomar.

Além da vacina, as outras formas de prevenir são:

– Evitar contato direto com pessoas que sabe estar doente;

– Lavar bem as mãos e os alimentos com água tratada;

– Não tomar água de origem duvidosa, ou que não seja tratada;

– Manter sempre a casa arejada, para que o ar circule e assim evita o acúmulo da bactéria e do vírus;

– Evitar locais com grande aglomeração de pessoas;

– Manter uma higiene corporal correta e usando roupas limpas depois do banho, evitando as que já usou;

– Manter a casa e o ambiente de trabalho sempre limpos;

– No caso de ter uma pessoa doente, a manter em um cômodo da casa isolado dos demais e com utensílios para consumir alimentos e líquidos separados, usar máscara e lavar as mãos sempre que sair.

Em caso de conviver com um doente com esta enfermidade, é importante informar o médico, pois no caso de ser bacteriana, o tratamento de prevenção já é feito para evitar o surgimento da doença.

Existe sim tratamento, seja viral, bacteriana ou fúngica, variando muito em caso de trauma, pois o caso tem que ser analisado por um especialista para saber se o trauma é ou não reversível.

Quanto mais cedo diagnosticado e tratado, mais chances de não se ter sequelas e ter a cura total da doença.

O diagnóstico da doença é feita através de um exame, onde se tira o líquido da medula espinhal, onde irão examinar para ver qual é o tipo, caso seja positivo, além dos sintomas que o paciente apresente.

O tipo de tratamento varia de acordo com o caso, ou seja, a bacteriana é tratada com antibióticos e a viral com antivirais.

Mas se o médico tiver dúvida e o resultado do exame demorar a sair, por precaução, já se começa o tratamento com antibióticos, independente do tipo.

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