Fungos no Couro Cabeludo: Sintomas e os Melhores Tratamentos!

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Veja quais são e como tratar as pequenas manchas esbranquiçadas na pele que escamam:

Sabe aquela casquinha que se forma no couro cabeludo?

Pode ser sinal de uma infecção por fungos. Coceiras, vermelhidão, feridas e até ínguas pelo pescoço, nuca e atrás da orelha são indicativos da presença de micose.

As micoses são bem comuns na infância, por isso é bom ficar atento ao menor sinal de coceira na cabeça das crianças. Infelizmente, nem mesmo os bebês estão livres do problema. No caso deles, o tratamento é um pouco mais complicado e o acompanhamento médico é indispensável.

Apesar de serem mais comuns na infância, a infecção por fungos pode ocorrer também na idade adulta.

O que são e porque eles aparecem na cabeça:

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O reino dos fungos é tão diversificado que fica difícil quantificar e analisar todas as espécies. Por isso vamos nos ater ao tipo que nos interessa neste artigo: os fungos capilares e seus derivados.

Os fungos que aparecem na cabeça são microrganismos que se alimentam de restos de pele e cabelo.

Uma vez que se alojam no couro cabeludo podem causar coceiras, prurido e feridas.

Os fatores que podem levar a uma infecção por fungos não são muito claros.

Algumas pessoas têm maior tendência a desenvolver a enfermidade do que outras. Cabelos muito cheios em um clima quente podem fazer com que o couro cabeludo transpire e fique úmido por mais tempo.

A umidade é um atrativo para qualquer tipo de fungo, seja na natureza ou em seres humanos.

Além da umidade outros fatores como estresse e alteração do pH do couro cabeludo podem desencadear a infestação.

O principal responsável pelas infecção do couro cabeludo é o fungo Tinea capitis.

Tipos de fungos e doenças:

O Tinea Capitis não é o único tipo de fungo que pode atacar o couro cabeludo, assim como nem toda doença que acomete o cabelo é de origem fúngica.

Listamos aqui alguns dos principais fungos e doenças que afligem a cabeça de crianças e adultos.

Tinha Microspórica:

Este tipo de infecção é bem fácil de ser identificada porque os esporos do fungo podem ser vistos a olho nu. Pode haver pequenas tonsuras (perda de cabelo) na área infectada. Fungo transmissor: Micrósporo.

Tinea capitis:

É o tipo mais comum de micose capilar. Causa coceira e casquinhas marrons no couro cabeludo. Num estudo conduzido pela Universidade de São Paulo, ficou determinado que o agente transmissor da infecção no sudeste do Brasil é o fungo Microsporum canis e no nordeste Trichophyton tonsurans. Agentes patológicos diferentes para sintomas iguais. Possui maior incidência em crianças.

Tinea tricofítica:

Os fungos podem se alojar no interior dos fios. É comum a perda de cabelos na região infectada. Fungo transmissor: Trichophyton.

Tinea favosa:

Uma variação da Tinea capitis. A infecção tem uma coloração amarelada. Neste caso a tonsura é completa. Fungo transmissor: Trichophyton schoenleinii.

Cilindros capilares:

Este tipo de infecção causa secreção branca amarelada ao longo dos fios, mas não chega a infectar a parte interior deles. É menos grave do que os outros tipos apesar da aparência ser pior.



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Piedra Branca:

Descamação e ferida no couro cabeludo. Pode acometer também a região das genitais. Fungo transmissor: Trichosporon spp.

Psoríase :

Doença de origem genética. É um distúrbio que faz com que células de pele cresçam em grande quantidade em um único ponto. Estas pele extra seca e fica com a aparência de escamas. Uma característica da condição é a coceira intermitente.

Dermatite seborréica:

A mais comum das doenças do couro cabeludo, também conhecida como caspa. Pode ser causada por estresse, mas a principal causa é oleosidade em excesso.

Alopecia areata:

A principal característica é a alopecia em círculos por toda a cabeça. Esta doença é autoimune (causada por um fenômeno onde o sistema imunológico pensa que está sendo atacado pelas próprias células do corpo).

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Pediculose:

Infestação causada por piolhos. Comum em crianças e adultos que possuem ligação direta com crianças (pais e professores).

Foliculite queloidiana:

Doença crônica dos folículos da nuca. Não é grave e não oferece riscos, mas a aparência é agressiva e pode causar muito desconforto e problemas de auto estima na pessoa que possui.

Causas:

De modo geral, as doenças do couro cabeludo podem ser transmitidas da pessoa infectada para aqueles que convivem com ela ou tem acesso a objetos pessoais partilhados como escova de cabelo, almofadas, chapéus, fronhas e travesseiros.

É importante identificar o problema e higienizar os itens pessoais para não provocar uma infestação nos membros da família.

Excesso de produtos de beleza como condicionador e creme para pentear podem aumentar a umidade do couro cabeludo.

Este é um dos fatores que favorecem a proliferação de micose. Pessoas com excesso de sudorese, oleosidade e estresse são alvos em potencial para o ataque fúngico.
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Sintomas:

O principal sintoma é a coceira. Porém, só a coceira não é um indicador de infecção por fungos visto que alergia e piolhos também coçam. Esteja atento para cascas, feridas, substâncias espessas com cores brancas, amarelas e marrons.

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Assim que aparecerem alguns dos sintomas acima é importante procurar um médico para iniciar o tratamento imediatamente.

Evite a automedicação.

Principalmente se o paciente for uma criança.

Como tratar:

O tratamento é feito com a higienização da área, remédios de via oral e shampoos. O diagnóstico médico é de suma importância para identificar o tipo de micose.

Mulheres grávidas ou amamentando e crianças só devem utilizar qualquer medicamento se for através de indicação médica.

Prevenção:

Lave sempre o cabelo com shampoo neutro e uma vez por semana ou a cada quinze dias (dependendo da oleosidade dos fios) use um shampoo anti resíduos. Procure secar os fios com um secador se morar em climas mais frios. Lugares frios podem fazer com que o cabelo fique úmido por mais tempo e os fungos adoram isso.

Remédio e shampoo:

O tratamento deve ser indicado por um médico. É comum a indicação de remédios antifúngicos via oral a base de terbinafina e griseofulvina durante 2 a 4 semanas ou de acordo com a bula.

O uso de shampoos a base de cetoconazol também podem ser eficazes contra a infecção.

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