Psoríase: O que é, Sintomas, Tipos e Como Tratar. Tem cura?

no pé invertida

Veja a doença na qual as células da pele se acumulam e formam escamas e manchas secas que causam coceira:




O que é:

A psoríase é uma doença inflamatória que dá na pele. Ela é crônica e não tem caráter contagioso. Não se sabem exatamente os motivos de sua causa, no entanto há indícios de que está ligada a questões genéticas, ao sistema imunológico e a interações com o ambiente. Sua incidência se dá sobretudo antes dos 30 anos e depois dos 50, embora cerca de 15% dos casos ocorram ainda na infância.

Uma das principais hipóteses da sua ocorrência é a de que ela acontece em função dos linfócitos T (grupo de glóbulos brancos que tem como função defender o organismo de agentes desconhecidos), no momento em que estes liberam substâncias inflamatórias e que formam vasos.

Por conseguinte, haveria respostas imunológicas do organismo, inclusive nos vasos sanguíneos da pele, com uma série de processos que teriam como resultado a sua descamação.
pomada pega


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Isto é, em quem tem a enfermidade, esses linfócitos T atacam células saudáveis da pele. Para corrigir essa condição, é necessário um tratamento apropriado.

  • Sintomas: os sintomas são basicamente lesões de coloração avermelhada e que descamam, geralmente aparecendo no couro cabeludo, nos joelhos e nos cotovelos. Em geral, variam conforme o paciente e o tipo da psoríase. Alguns outros sintomas mais comuns são coceira, queimação, dor, pele ressecada e rachada, manchas brancas ou escuras pós-lesões, rigidez e inchaço nas articulações. Quanto mais grave o quadro, maior o desconforto do paciente.
  • Fatores que aumentam as chances: existem alguns fatores que indicam uma chance maior da pessoa ter a enfermidade ou, no caso de já ter, indicam uma possível piora no quadro clínico. São elas o histórico familiar (mais de 30% dos enfermos possuem parentes com o mesmo quadro), tabagismo (aumenta chance de desenvolvê-la e piora a gravidade da moléstia), obesidade (especialmente na psoríase do tipo invertida), estresse (debilita o sistema imunológico) e o frio e a fraca exposição ao sol.
  • Tipos de psoríase: há oito tipos da doença, que variam em grau e em algumas características. São eles a em placas ou vulgar (mais comum); ungueal (afeta as unhas dos pés e das mãos); do couro cabeludo (parecida com caspa); eritodérmica (menos comum, manchas que podem coçar ou arder no corpo todo); artropática (com dores nas articulações); invertida (principalmente em áreas úmidas, como axilas e virilhas); gutata (usualmente acontece por consequência de uma infecção bacteriana no organismo); e pustulosa (com bolhas, pústulas ou manchas).

Tem cura:

Por ser uma doença crônica, a psoríase não tem cura. Também não existe uma forma muito conhecida de prevenção, apesar de que é possível obter controle sobre a reincidência das lesões.

Para cada tipo e cada gravidade da enfermidade, há diferentes tratamentos que podem servir melhor como resposta. Isso significa que o tratamento é individualizado e deve ser adaptado a cada paciente. Graças aos diferentes tratamentos disponíveis, atualmente é possível viver uma vida praticamente livre das lesões, especialmente nos quadros de menor severidade da doença.

  • Quadros leves: as pessoas que possuem um quadro leve devem acima de tudo hidratar bem a pele, aplicar os medicamentos tópicos indicados pelo médico na região afetada e ter exposição diária ao sol nos horários e pelo tempo sinalizados também pelo médico.
  • Quadros moderados: já no caso de uma gravidade moderada, são indicados as mesmas medidas acima e, em caso de necessidade, também tratamento com exposição à luz ultravioleta A ou ultravioleta B.
  • Quadros graves: nesses casos, os tratamentos mais indicados são medicamentos que podem ser injetáveis ou via oral.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia segmenta os tratamentos em quatro categorias. Também salientam que a doença pode afetar a qualidade de vida e autoestima dos pacientes, nesse caso podendo ser recomendado também o acompanhamento psicológico, dependendo do caso. Alimentação balanceada e exercício físico também são apontados como fatores capazes de auxiliar os tratamentos. Quem deve decidir o tratamento e a duração dele, é sempre o médico.



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  • Tratamento tópico: como o nome sugere, é com base em medicamentos em forma de creme ou pomada de uso direto na região da pele afetada. Normalmente utilizado em psoríase leve, pode ser complementado com as medidas expostas acima.
  • Tratamentos sistêmicos: esse é aquele indicado para os casos graves (e também moderados, se for necessário) e possivelmente também em pacientes com artrite psoriásica. É feito com comprimidos e injeções de remédios farmacêuticos.
  • Tratamentos biológicos: também para pacientes com um quadro moderado a grave, são drogas injetáveis.
  • Fototerapia: é a exposição à luz ultravioleta, citada anteriormente. É importante que os profissionais que façam esse tratamento sejam especializados, para evitar que piore a doença em vez de melhorar.

coça  remédio caseiro

Remédios:

O tratamento da psoríase pode ser tanto tópico como sistêmico, a depender da indicação médica. Normalmente, a forma tem boa resposta à terapia tópica e as formas moderadas a graves costumam necessitar a associação de fototerapia e/ou medicamentos sistêmicos.

Entre as medicações tópicas que podem ser utilizadas estão corticoides, análogos da vitamina D, coaltar, LCD, antralina e imunomoduladores (tacrolimus, pimecrolimus). Sempre devem ser associados a qualquer forma terapêutica cremes ceratolíticas, umectantes ou emolientes, para melhor resposta ao tratamento. Em relação aos medicamentos sistêmicos, pode-se listar o metotrexato, a acitretina, ciclosporina ou imunobiológicos.

Algumas medicações podem ter efeitos colaterais graves, ou mesmo apresentar rebote da doença após a remissão. Dessa forma, é importante relembrar que a orientação médica para escolha do melhor tratamento para psoríase é essencial, para determinar qual a medicação com melhor benefício para cada paciente.

Pomada:

O melhor tratamento varia de acordo com a especificidade da doença e do quadro do paciente. Principalmente nos casos mais leves, ele pode envolver pomadas e cremes. No entanto, é importante seguir a orientação médica para saber qual é a melhor para o caso. A automedicação pode não só não ajudar, como também piorar o quadro.

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Capilar:

Na região da cabeça, o principal tipo da doença é a chamada psoríase do couro cabeludo. Nesse tipo, é comum surgirem partes avermelhadas que tenham escamas de coloração branco prateada espessas. Essa descamação é perceptível principalmente depois que se coça. Essa aparência é bastante semelhante à caspa. Peça ao médico também a indicação de shampoo adequado. Como os outros tipos, outra pessoa não pega; não é contagiosa.

No pé:

A variante ungueal da doença é a que afeta os pés e as mãos, mais especificamente nas unhas. A consequência desse quadro é o crescimento anormal das unhas, que possivelmente também engrossam, descamam, se deforme e tenha alterações na cor. Fotos são comuns na internet, em uma busca rápida você pode ver alguns exemplos.

Tratamento caseiro:

Em casa, é possível ter cuidados que podem ajudar a prevenir a doença e a tratar os sintomas quando aparecem. É necessário sempre o auxílio médico, para decidir se isto é o suficiente. Entre as medidas indicadas, muitas vezes estão a aplicação e ingestão de chá de camomila (possui efeitos cicatrizantes, anti-inflamatórios e calmantes), ômega 3, tomar bastante água e comer alimentos como salmão, alho, mamão e outros com propriedades antiinflamatórias.

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