Parto normal: Passo a Passo. Dói muito? Se for Cesárea?



Veja o passo a passo do Parto Normal. Dói muito? Cesárea? E se for gêmeos?

A gravidez é um momento de muitas emoções, mas também de preocupações.

A chegada do bebê ao mundo requer uma série de cuidados, mas sobretudo de decisões.

A decisão mais difícil talvez seja optar pela realização de um parto normal ou de uma cesária (método cirúrgico para realização do parto).

Nesse artigo, discutiremos o que deve ser levado em conta no momento da escolha, levantando discussões sobre em quais casos são recomendados a cesária, quando o parto tradicional é considerado seguro e mais especificações sobre os dois processos.

O parto normal

Existe uma série de tabus e mitos.

Talvez o principal motivo das mulheres recusarem a realização deste tipo de parto é a dor.

Veja bem: a dor não é um empecilho para a realização deste parto, pois existem algumas medidas que possibilitam a ocorrência do processo com diminuição drástica da dor, como por exemplo o uso de anestesia epidural.

Além disso, se a dor fosse o problema, a cesária também deveria ser temida: o procedimento fere diversos tecidos, inclusive o tecido muscular abdominal.

Ainda sim, existe uma série de fatores que mostram que o parto natural sendo melhor aconselhado e mais proveitoso, tanto para a mãe quanto para o bebê.

As mães submetidas à cesária tem maiores riscos de contrair infecção hospitalar e tendem a permanecer um tempo maior internado, de aproximadamente 4 dias, enquanto as mulheres que realizaram o parto normal ficam no hospital até 3 dias após o procedimento.

Favorece a formação de leite e o útero retorna ao tamanho original mais rápido. Para o bebê, o parto natural acaba sendo mais proveitoso.

No momento da saída do bebê pelo canal vaginal, o tórax da criança é comprimido (devido ao pequeno espaço), fazendo com que os líquidos que eventualmente se façam presentes dentro no pulmão sejam expelidos. 

Além disso, ao passar pela vagina, o bebê é massageado, de forma que ele não estranhe o toque de enfermeiras e médicos.

Este parto deve ser decidido em conjunto com os resultados dos exames de pré-natal. Se os exames indicam que há alguma infecção ou má formação do bebê, pode ser aconselhada a realização da cesárea.



analgesia peridural corre menos risco de infeccao amamentar pela primeira vez

Alguns mitos:

– Falta de dilatação do útero impede este parto: mito! O que ocorre geralmente é que as mulheres se dirigem à maternidade antes do tempo de nascimento do bebê; a dilatação no momento não é suficiente e os médicos acabam optando pela cesárea.

– Cordão umbilical enrolado no pescoço inviabiliza este parto: mito! Aproximadamente 1/3 dos bebês que nascem de parto normal estão com o cordão umbilical enrolado no pescoço.

A cesárea

A cesárea consiste da realização do parto através de método cirúrgico.

O procedimento envolve a realização de uma incisão no abdômen e uma outra incisão na região do útero, para ter acesso à criança.

É necessário o uso de técnicas de anestesia e o procedimento dura aproximadamente 45 minutos.

Em geral, o bebê acaba nascendo nos primeiros 15 minutos do procedimento; o restante do tempo é utilizado pelo médico cirurgião para realizar as suturas necessárias.

A cesariana é indicada em geral por necessidade médica, quando há alguma complicação na gravidez, embora possa ser feita por livre e espontânea vontade da mulher.

Como vantagens da cesárea, pode-se citar a possibilidade da escolha da data do nascimento (o que auxilia na disponibilidade do médico que realizará o parto), o período do trabalho de parto torna-se diminuído e de duração controlada e a extinção do risco de complicações do parto normal.

Como desvantagens já citadas aqui, pode-se incluir a maior chance de contrair infecções (uma vez que a mulher tem que permanecer um tempo maior internada), maior risco da ocorrência de hemorragias, presença maior de dor após o parto e trombose das pernas.

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