Dislexia: Significado, Sintomas e Tratamento. Tem cura?






Veja o significado, sintomas e tratamento da Dislexia e como tratar o público infantil na escola. Tem cura?

Você sabia que esta enfermidade é um distúrbio que já afetou e ainda afeta muitos famosos deste nosso mundo?

Einstein, Da Vinci, Whoopi Goldberg, Tom Cruise são exemplos de disléxicos famosos.

Até mesmo, quem diria, Agatha Christie, a grande dama do mistério, uma das maiores escritoras de todos os tempos foi afetada por esta doença.




São grandes personalidades, que passaram por grandes dificuldades na vida escolar. Eram vítimas da dislexia.

O que é

É um distúrbio que se manifesta através de dificuldades de aprendizagem, problemas com a leitura, interpretação de textos e escrita.

É um problema crônico, isto é pode fazer parte de toda a vida ou então pode perdurar por longos anos.

Não tem cura, mas tem tratamento e qualquer um pode conviver muito bem com ela.

Sintomas

Os sinais costumam aparecer ainda na escola, no período de aprendizado da leitura e escrita, na alfabetização propriamente dita. Envolvem sintomas como:

– Desenvolvimento motor atrasado. Ou seja desde bebê a criança já apresenta sinais demonstrando atraso no engatinhar e no andar;

– Apresenta atraso na fala;

– Costuma ter algum distúrbio do sono;

– Demonstra dificuldade em compreender textos;

– É mais sensível à alergias e infecções;

– É agitada e demonstra choro fácil e inquietude constante;

– Deficiência na percepção visual;

– Dificuldades na percepção auditiva;

– Possui deficiente percepção fonética e por isto tem grandes dificuldades para aprender, entre outros.

Como se caracteriza

Trata-se de uma questão de genética e hereditariedade.

Significa que passa de pais para filhos e podem haver diversos casos na mesma família.

O transtorno provoca certas alterações.

E estas fazem com que a parte cerebral que rege a aprendizagem funcione de forma diferente e mais lenta.

É um distúrbio genético e neurobiológico que dificulta as conexões dos neurônios cerebrais.

Daí a dificuldade no processamento linguístico.

Dificuldades X Genialidades disléxicas

O disléxico apresenta dificuldades em duas áreas cerebrais necessárias à aptidão da leitura e escrita.

Eles têm problemas para ler, escrever e entender, mas, em compensação desenvolvem mais o hemisfério lateral-direito do cérebro.

E isto é um ganho para o desenvolvimento de seu aspecto artístico e esportivo.

Eles possuem um grande potencial para as artes e para o atletismo.

Sua criatividade e capacidade de resolver problemas são bem mais acentuadas do que em pessoas normais.

Além disso contam com impressionante habilidade intuitiva.

Este transtorno acomete muitos brasileiros.

Cerca de 2 milhões de casos são diagnosticados todo ano no país.

Mas, não é um transtorno sem esperanças, porque tem tratamento.

Como Tratar

A primeira providência é buscar ajuda para chegar ao diagnóstico certo.

Muitas vezes, pessoas leigas confundem Dislexia com Dislalia, que é um distúrbio caracterizado pela dificuldade de articulação da fala.




Este transtorno requer certos cuidados importantes e bastante atenção, para que a terapia surta o efeito desejado.

Ao contrário do que muitos pensam, um bom suporte multidisciplinar de profissionais médicos e do âmbito pedagógico podem realizar uma terapia de sucesso.

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Profissionais que cuidam

O tratamento ideal requer ajuda de fonoaudiólogo, neurologista, psicólogo e psicopedagogo.

Além disso se faz essencial o apoio e compreensão da equipe pedagógica da escola.

Envolve consultas e acompanhamento de profissionais da área médica e pedagógica já citados acima.

Em casos mais graves, há a indicação de medicamentos, que só podem ser receitados pelos profissionais da área médica.

Como a Escola e a equipe pedagógica podem ajudar

A escola tem papel fundamental no tratamento do disléxico.

É o ambiente onde vai se desenvolver grande parte da terapia.

Um atendimento pedagógico mais específico, que privilegie o lado oral e aspectos mais sensoriais pode ajudar muito.
A escola pode oferecer um ensino menos teórico e mais baseado em prática e ludicidade que despertem o interesse e estimulem o lado sensível do disléxico.

Isto pode ser feito com a utilização de materiais como jogos, computador, vídeos, música, desenhos e outros recursos pedagógicos que podem incentivar a aprendizagem.

Também é válido alternar a forma de ministrar o conteúdo e trabalhar atividades orais.

Dislexia tem jeito

Não é nenhum caso perdido.

É certo que há algumas dificuldades a serem vencidas, mas é perfeitamente possível o total controle, de forma que o indivíduo viva perfeitamente bem e feliz.

Prova disto são as inúmeras pessoas com esta enfermidade que obtém grande sucesso na vida.

Você conhece alguém com Dislexia?

Que tal dar uma força e incentivar a busca por um tratamento?

Você pode começar deixando aqui sua opinião ou sua história.

A troca de informações é essencial nestes casos.

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