Cachorros : Raças, Pequenos, Fofos, Grande e para Adoção!



Cachorros: raças, pequenos, fofos, grande, para adoção e mais caro do mundo.

Escolha qual raça de cachorro você deseja conhecer melhor:

Quando se fala em cachorro, todos imaginam o animal domesticado, que de acordo com a famosa frase, é o melhor amigo do homem.

Mas nem todos são assim, viu?

Existem diversos tipos de cachorros, sendo o cachorro domesticado apenas um desses tipos.

O cachorro que comumente convive com as famílias em suas casas é da espécie Canis familiaris.

Notar que a segunda parte do nome da espécie do cão doméstico em latim se assemelha muito com a forma portuguesa da palavra família.

Não é à toa que os cachorrinhos acabam tornando-se verdadeiros membros da família com a qual vivem.

Outro tipo de cachorro bastante comum é o cachorro-do-mato, encontrado em algumas florestas espalhadas ao redor do mundo.

Seus hábitos são proporcionalmente mais selvagens quando comparado ao cachorro doméstico, e isto ocorre por motivos óbvios.

No ambiente aberto, há grande competição por comida, água, espaço e parceiros sexuais; logo, esses cachorros possuem instintos mais desenvolvidos nesse sentido, de modo que possam sobreviver em um local possivelmente hostil.

Sobre esse assunto, algumas questões podem ser levantadas: como os cachorros foram parar em nossas casas?

Como foram domesticados?

A resposta mais aceita para essas perguntas nos remetem a um passado remoto, próximo à 500.000 anos atrás.

Acredita-se que os humanos tentaram domesticar uma série de animais, mas a maioria deles sem êxito.

A parceria entre homem e cão teria surgido da necessidade de ajuda na caça.

O homem acreditava que o cachorro tinha habilidade para rastrear presas e poderia portanto contribuir com o sucesso das investidas contra animais selvagens.

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A partir dessa domesticação, o homem passou a cruzar cães com características diferentes.

Desse cruzamento, resultaram filhotes com atributos diversos.

O homem começou a selecionar os atributos que julgou convenientes e surgiram então as raças, ou em termo biológico correto, as sub-espécies do cachorro doméstico.

Grandes, felpudos, pequenos, com pouco pelo, com pelo macio, com pelo enrolado, com pelo claro, com pelo escuro, dóceis, bravos, mansos e bagunceiros: cachorros de todos tamanhos, tipos e índoles.

O leque de raças disponíveis faz com que se torne possível a escolha de um animal que possa se adaptar ao estilo de vida do dono.

Tomemos um exemplo.

Se você está em busca de um companheiro para morar no seu apartamento, alguns tópicos devem ser levantados, afinal de contas, o conjunto do condomínio impõe uma série de regras e restrições, que devem ser levadas em conta no momento da escolha da raça do cachorro.

Talvez a pergunta mais óbvia que se deve fazer antes de obter seu cão: ele late muito?

Muitos vizinhos provavelmente reclamariam por ter um cachorro latindo, mesmo que por poucas vezes.



Infelizmente, alguns não compreendem que o cachorro utiliza o latido como verdadeira linguagem de comunicação; é claro que a partir de certo ponto, o latido passa a ser um inconveniente.

Outra questão bastante importante: essa raça de cachorro cresce muito?

Deve-se pensar que o cachorro é muito pequenino e fofinho quando filhote, mas dependendo da raça, pode atingir tamanhos grandes. Solução: cachorros pequenos para apartamentos.

Opte por raças que não crescem muito, como Shih-tzu, Lhasa, Yorkshire , Dachshund – o famoso cachorro-salsicha,  Chihuahua, Poodle e Pug.

Enfim, sempre há uma raça que se encaixa em suas necessidades. 

Pesquise, pergunte, informe-se: tudo vale para não errar na hora da escolha.

No entanto, enganos podem acontecer.

De repente, você obtém um cão que não se adaptou ao seu estilo de vida.

Se esse é o seu caso, fique calmo: procure saber se algum amigo ou familiar não quer tentar conviver com o cão.
Muitas vezes, ele pode acabar se adaptando a outro lar.

Ainda sim, se não conseguir deixar o cachorro com nenhum conhecido direto, existem diversas entidades que recolhem os cachorros e os disponibilizam para adoção.

Nesse ponto, é importantíssimo ressaltar que nunca se deve abandonar o animal, seja pelo motivo que for.

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Além de ser crime, é um atentado contra a integridade física do animal.

Hoje, com a domesticação do cão em alto grau de desenvolvimento, tornou-se muito fácil ter um cachorro.

Comumente, adotam-se 2 meios para obtenção do animal: alguns estão disponíveis para adoção e alguns estão a venda.
No Brasil, a venda de cachorros está regulamentada, mas o modo como é feita em alguns casos faz surgirem polêmicas em torno dos métodos de se adquirir o cão.

Os cães são criados em canis regulamentados, e podem ser vendidos sob algumas circunstâncias. No entanto, existem alguns relatos e casos nos quais os canis, que deveriam ser responsáveis pelo desenvolvimento saudável e seguro dos animais, são protagonistas de cenas de maus-tratos e violência, o que é certamente detestável.

Portanto, a sociedade civil cada vez mais se convence de que a adoção de animais é o melhor  a se fazer, visto que a compra pode contribuir para o abastecimento desses esquemas obscuros.

Seja qual for o estilo do seu cão, é importante que se estabeleça um ambiente saudável de convivência. Sem agressões, sem maus-tratos.

Há uma infinidade de fatores que devem ser levados em conta antes de se adquirir um cachorro, visto a grande responsabilidade que este fato representa na vida de uma família. Procure uma raça compatível com suas necessidades.

Caso o cachorro não se adapte, procure sempre dar um destino justo a ele: tente doá-lo diretamente a amigos ou familiares ou a uma entidade específica.

O abandono de animais é crime, denuncie.

Tendo consciência de canis que criam cachorros em condições deploráveis, denuncie também: não sustente a indústria cruel que cria os animais.

Prefira sempre a adoção.

E você já viu o cachorro da Disney Pluto latindo em desenho?